IMBUIA

NOME POPULAR: Imbuia
NOME CIENTÍFICO:Oreodaphne prosa; Ocotea porosa, Phoebe porosa
ORIGEM: Brasil
DESCRIÇÃO DA PLANTA: A imbuia é uma árvore comum no sul do Brasil, que fornece uma madeira escura, muito dura e resistente e usada para fabricação de móveis e instrumentos musicais. Hoje, com o corte sem controle de árvores, a imbuia vem a ser mais um espécime sob risco de extinção. Portanto, seu óleo essencial tem que ser extraído com cuidado e certo manejo ecológico.
O óleo essencial é extraído por um demorado processo de arraste à vapor, tendo rendimento baixo e difícil liberação.
Potencial terapêutico do óleo essencial:
O óleo de imbuia possui um aroma característico amadeirado seco forte, que é excelente para perfumes, pois é exótico e incomum. Há pessoas que não gostam, dado a ser muito intenso. Psicologicamente é um bom óleo para trabalhar a insegurança, falta de aterramento e distúrbios na sexualidade (como a frigidez). Age de forma parecida com os cedros.
Como cosmético, observações têm mostrado ser um excelente hidratante e regenerador da pele (cicatrizante), agindo bem em peles desidratadas e ásperas, dermatites, fissuras e rachaduras. Possui além deste potencial citofilático, forte efeito anti-inflamatório, provavelmente justificável pela grande variedade de sesquiterpenos presentes na sua composição.
Outro marcante efeito que foi possível notar com seu uso, é sua ação estimulante das gônadas, principalmente de hormônios masculinos, podendo ser relacionado este efeito possivelmente também a componentes presentes no óleo essencial como nerolidol, valerianol, viridifloral, entre outros álcoois. Age positivamente em problemas relacionados à sexualidade masculina e feminina onde a baixa especialmente da testosterona ou hormônios androgênicos (eixo hipofiso-testicular) possam estar envolvidos como elementos causadores (frigidez, impotência, lento desenvolvimento da sexualidade em adolescentes, etc). Também responde bem na menopausa. Podemos considerar como um tônico das gônadas. Melhora principalmente a astenia sexual, aumentando também o tônus geral (eixo-hipofiso-cortico-suprarenal), ao mesmo tempo que dada à presença de álcoois sesquiterpe-nicos no óleo, como o valerianol, possui certa ação sedativa sobre o sistema nervoso, podendo agir em casos de insônia e ansiedade.
Forma de uso:
Uso por inalação: 5-6 gotas 3 X ao dia
Uso interno: 1-3 gotas 3 X ao dia por 30 dias ou mais.
Toxidade: Não constam ainda informações, mas sua constituição química não apresenta componentes tóxicos em proporções que apresentem riscos.