Laszlo Aromatologia

Óleo Essencial de Copaíba Vermelha (oleoresina) - Origem: Brasil- Laszlo - 10,1ml

Para problemas de pele em geral como alergias e inflamações em úlceras estomacais, gastrite, cabelos sem brilho manchas senis de pele queimaduras hemorróidas problemas renais etc. Como fixador de perfumes.

Produto indisponível. Avise-me quando chegar.
por R$26,40 em até 3x de R$8,80 sem juros ou R$24,55 7% Desconto via Depósito/Transf BB
Economia de: R$1,85
Un
Adicionar ao carrinho COMPRA SEGURA
Não sei meu CEP
  • Boleto Banco do Brasil
    Desconto de 5%
    R$25,08
  • Transferência ou depósito bancário
    Desconto de 7%
    R$24,55
    • visa
    • mastercard
    • amex
    • hipercard
    • diners
    • aura
    • elo
    em até 3x de R$8,80 sem juros
    • à vista R$26,40
    • 2x de R$13,20 sem juros
    • 3x de R$8,80 sem juros
    • 4x de R$7,10
    • 5x de R$5,76
    • *2.99% a.m.
    • visa
    • mastercard
    • amex
    em até 3x de R$8,80 sem juros
    • à vista R$26,40
    • 2x de R$13,20 sem juros
    • 3x de R$8,80 sem juros

Sobre o Produto

Você também pode gostar

Óleo Essencial de Copaíba Vermelha (oleoresina) - Origem: Brasil- Laszlo - 10,1ml

Descrição completa

Somente na espécie C. langsdorfii o óleo de copaíba apresenta-se vermelho, semelhante ao sangue de dragão, recebendo a denominação popular de copaíba vermelha. O b-bisaboleno é um componente descrito como abortivo e comumente encontrado em óleos de copaíba de coloração avermelhada. Através de teste cromatográfico foi observado a presença de teor muito baixo de beta-bisaboleno em nosso óleo (<3%), sendo portanto nosso produto seguro se empregado em massagens com grávidas. A copaíba vermelha possui aroma intenso amadeirado e sabor marcante.

Um estudo realizado em 2006 por Mônica F. R Souza , demonstrou que a copaíba possui ação anti-inflamatória duas vezes maior que a do diclofenaco de sódio (voltaren). A vantagem: baixa toxidade. Enquanto o diclofenaco ocasiona úlceras estomacais e outras complicações, a copaíba serve até mesmo para tratar tais problemas , sendo por isso, um produto superior frente a muitos medicamentos alopáticos anti-inflamatórios.

Informações sobre o produto:

Popularmente conhecidas como copaibeiras ou pau d'óleo, as copaíbas são encontradas facilmente nas Regiões Amazônica e Centrooeste do Brasil. Entre as espécies mais abundantes, destacam-se: C. officinalis L. (norte do Amazonas, Roraima, Colombia, Venezuela e San Salvador), C. guianensis Desf. (Guianas), C. reticulata Ducke, C. multijuga Hayne (Amazônia), C. confertiflora Bth (Piauí), C. langsdorffii Desf. (Brasil, Argentina e Paraguay), C. coriacea Mart. (Bahia), C. cearensis Huber ex Ducke (Ceará). A origem do nome copaíba parece vir do tupi cupa-yba, a árvore de depósito, ou que tem jazida, em alusão clara ao óleo que guarda em seu interior. Chamado de copaíva ou copahu pelos indígenas (do tupi: Kupa'iwa e Kupa'ü, respectivamente), e cupay, na Argentina e no Paraguai (guarani), o óleo de copaíba e suas propriedades medicinais eram bastante difundidos entre os índios latinoamericanos à época que aqui chegaram os primeiros exploradores europeus no século XVI. Este conhecimento, tudo indica, veio da observação do comportamento de certos animais que, quando feridos,
esfregavam-se nos troncos das copaibeiras para cicatrizarem suas feridas.
A extração do óleo é feita através de um furo no tronco com cerca de 2 cm de diâmetro por 5 ou 10 cm de profundidade, dependendo do tamanho da arvore. O óleo escoa por esse furo para um recipiente de coleta junto ao tronco da árvore. Quando o óleo termina de escorrer, coloca-se um pedaço de cano de PVC no furo feito nas árvores. A extremidade do cano que fica para fora é tampada com um pedaço de madeira, cortiça ou plástico. Após alguns meses, o coletor volta à mesma arvore e, ao abrir a tampa, recolhe o óleo novamente. Este método de obtenção do produto faz com que a copaíba seja uma das poucas espécies exploradas de maneira sustentável na Amazônia. Contudo existem regiões onde a árvore é cortada e posta a destilação sem o devido replante.
Este produto obtido na verdade não é um óleo essencial puro. Ele é uma oleoresina composta pela mistura de componentes voláteis, ácidos graxos, triterpenos e resinas. O teor de óleo essecial pode variar de 50-90% conforme a planta, local de extração e época do ano. A vantagem da oleoresina é a certeza de que a árvore não foi cortada para extração. No caso do óleo essencial destilado isso pode ter ocorrido ou ter sido obtido da destilação fracionada da própria oleoresina.
A oleoresina possui todas as propriedades terapêuticas da copaíba e cerca de 90% de todo o óleo desta planta comercializado no Brasil, se trata de oleoresina. Às vezes, dependendo da sua densidade, devido ao teor de resina, acaba sendo confundida com óleos carreadores, daí ganhando a denominação errada de "óleo vegetal de copaíba", ou "bálsamo de copaíba", pois isto causa sérias confusões e pessoas utilizando a oleoresina pura como veículo careador, o que pode é atrapalhar a penetração de outros óleos essenciais. A oleoresina é um produto do metabolismo próprio da árvore, sendo criada por canais secretores na medula ou centro (a cavidade interior) da árvore.
O óleo ou oleoresina de copaíba é um líquido transparente cuja coloração varia do amarelo ao marrom. Para a utilização farmacológica os óleos mais escuros e viscosos são os preferidos. Somente na espécie C. langsdorfii o óleo de copaíba apresenta-se vermelho, semelhante ao sangue de dragão (Croton sp.), recebendo a denominação popular de copaíba vermelha. Segundo Lawrence, as espécies botânicas mais freqüentemente utilizadas na produção de óleo são: C. reticulata (70%), C. guianensis (10%), C. multijuga (5%) e C. officinalis (5%).
Veiga Jr. e Pinto estudaram os óleos obtidos por diversas técnicas de destilação dos óleos de C. multijuga e analisaram a composição da resina e da fração sesquiterpênica, verificando degradações provenientes do processo de destilação. Estas observações demonstram ser a oleoresina mais ativa terapeuticamente.
Alguns autores relacionam a variação na composição dos óleos de copaíba em função de fatores bióticos externos, tais como a injúria provocada por insetos ou fungos. Um exemplo seria a produção de b-cariofileno, que é particularmente efetivo contra lepidópteros, e de seu óxido, que atua diretamente na inibição de fungos.
Um dos aspectos interessantes da copaíba é o procedimento da retirada do óleo utilizado pelos indígenas e ainda observado no interior do Brasil. Muitos destes procedimentos são considerados místicos pela ciência de hoje, embora tenham sido adquiridos pelos indígenas através da experimentação empírica durante milhares de anos. Para a retirada do óleo, segundo estes, a árvore não deve ser olhada diretamente (para a copa), sob pena da árvore secar e o óleo voltar para a terra. A ascendência do óleo da terra é comumente relatada por mateiros do norte do país, embora não encontrada na literatura. Segundo alguns deles, sob a influência da lua cheia de agosto, o óleo sobe da terra para a árvore e esta é a época mais indicada para a retirada do óleo. Vários relatos confirmam este período de coleta.

Indicações:

Dentre todas as propriedades do óleo ou oleoresina de copaíba, sem dúvida o mais destacável seja sua ação antiinflamatória, eficiente tanto por via oral quanto tópica . Um estudo realizado em 2006 por Mônica F. R Souza, demonstrou que a copaíba possui ação anti-inflamatória duas vezes maior que a do diclofenaco de sódio (voltaren) . Além disso, o óleo também é anti-edematogênico. A vantagem: baixa toxidade. Enquanto o diclofenaco pode até ocasionar úlceras estomacais e outras complicações, a copaíba serve até mesmo para tratar tais problemas, sendo por isso, um produto superior frente a muitos medicamentos alopáticos anti-inflamatórios.
A copaíba apresentou propriedades antiulcerogências, justificando sua aplicação popular para o tratamento de gastrite e úlceras estomacais . O uso da oleoresina de copaíba (Copaifera langsdorfii) conseguiu prevenir danos gástricos induzidos pelo uso de etanol (200mg/kg) e úlcera gástrica (400mg/KG) com o uso de indometacina. Também se verificou aumento da secreção gástrica, porém com inibição da acidez estomacal.
Apresentou em pesquisas fortes propriedades anti-oxidantes eficazes por exemplo no bloqueio da peroxidação lipídica do LDL (mau colesterol), sendo útil na prevenção e/ou tratamento da arterioesclerose.
Há validação também para o uso popular da copaíba contra o câncer . Estudos realizados em ratos demonstraram que o emprego oral da oleoresina de copaíba (Copaifera multijuga), conseguiu inibir o crescimento de tumores e metástase pulmonar. A dose de 2g/KG nos dias 3,5,7,10,12 e 14 após inoculação das células tumorais nos ratos, reduziram o crescimento tumoral em 58% e o peso do tumor em 76%. Na mesma dose houve uma redução dos nódulos pulmonares em 47,1% .
Foi confirmada ação analgésica e bloqueadora da dor em estudos com ratos utilizando oleoresinas de Copaifera multijuga e Copaifera reticulata por via oral. O óleo não apresentou efeitos tóxicos nos animais. Doses de 30 a 150mg/kg foram suficientes para apresentar efeitos analgésicos.
O seu uso como cicatrizante foi testado em diluições de 4%. O óleo promoveu um satisfatório efeito cicatrizante em feridas induzidas em ratos em especial até o 5º dia de uso .
A copaíba possui considerável atividade antimicrobial e antiséptica. Diterpenos como o ácido kaurenóico, mostraram potente ação relaxante da musculatura lisa . Foi verificado também o efeito re-epitalizante da oleoresina de copaíba em modelo de afecção ginecológica.

Concentração de uso:

Dor de garganta: 3 gotas de copaíba em 1 colher de sopa de mel de abelha. Tomar duas vezes por dia. Afecções da pele: usar puro ou diluído em gel ou creme (3-6%). Gastrite, cistite e outros problemas internos: 1-2 ml por dia durante 1-2 semanas. Recomenda-se o uso após as refeições. Adultos: 500mg, duas vezes ao dia. Em casos mais graves, três vezes ao dia. Crianças: 250mg, duas vezes ao dia. Em shampoos e loções, espumas de banho, cremes e loções para o corpo: 1 a 5% de óleo.

Toxidade:

O Food and Drug Administration (FDA), órgão de regulamentação de drogas e alimentos do governo americano, aprovou o óleo de copaíba em 1972 . Testes de irritação e sensibilização do óleo de copaíba foram realizados com 25 voluntários, não se observando estes tipos de reação. É recomendado evitar durante a gestação e lactação, pois alguns de seus constituintes podem atravessar a barreira placentária, e também se difundir no leite materno. Porém não há informações de ser abortivo. DL50%: Acima de 5g/kg em ratos (Tiserand, 1995)
Estudos de absorção na pele de camundongos, entretanto, mostraram que a absorção percutânea do óleo de copaíba é muito lenta,
por volta de noventa e dois minutos. Seu uso dentro da aromaterapia exigiria intensas massagens para um bom resultado. Os melhores resutados são via oral ou por inalação.

Fonte: Laszlo Aromatologia

Características
Nome científico: Copaifera langsdorfii
Origem: Brasil (Manaus)
Parte: Resina
Método: Extração com trado
Agricultura: Selvagem

Avaliações dos clientes sobre Óleo Essencial de Copaíba Vermelha (oleoresina) - Origem: Brasil- Laszlo - 10,1ml

Até 7% DESCONTO
À Vista
Parcele em até
3x s/juros
Frete Grátis
Acima R$350*
Site
100% Seguro
Segurança e Avaliações
E-VALIDA Google Site Seguro Site Blindado Norton Secure
CERTIFICADOS
IBDCruelty FreeEco CertOrgânico Brasil
Razão Social: MARISA YASSUKO OKUHARA 81679874772. CNPJ: 13.411.577/0001-38. Loja 100% online. Endereço (operações administrativas da loja virtual): Rua das Fragatas, 17 - Serra - ES - cep: 29173-546 Tel: 27 3252-6145/996972846 - SAC: contato@aromalandia.com.br Procon ES - http://www.procon.es.gov.br/ Copyright © 2011 - 2017 - Aromalandia - Todos os direitos reservados.
criar loja virtual - plataforma sisecommerce